Relato de experiência
Nesta etapa da trajetória, meu relato de experiência centra-se na consolidação da base epistemológica que fundamenta minha tese. Mais do que orientar o uso de tecnologias digitais, compreendo agora que o papel fundamental do mediador é a sua incorporação orgânica ao processo educativo.
Minha perspectiva sobre a autonomia do aluno evoluiu: se antes eu via o perfil do estudante como o fator determinante para o sucesso na EaD, hoje percebo que o pêndulo se desloca para a ação docente. É o professor quem detém o poder de provocar e orquestrar a construção colaborativa, sem, contudo, excluir a corresponsabilidade do aluno.
Conceitos de interação mútua e colaborativa ampliaram minha visão sobre o objeto de estudo, reforçando que o problema da integração das TD é um fenômeno de causalidade múltipla. Como aprendemos com o diagrama de Ishikawa e a Teoria da Complexidade, causas e efeitos podem se retroalimentar.
As leituras e os desafios dos PBL confirmam minha premissa: a mediação pedagógica é a chave, e o foco deve recair sobre as atividades cocriadas por professor e aluno, potencializadas pelas TD.

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