De volta ao doutorado: Transformação Digital e as perguntas que movimentam a tese

As aulas voltaram! Fico super empolgada com esse recomeço porque adoro estudar, mas confesso que a ansiedade e a preocupação vêm junto. Os desafios do doutorado assustam, mas fazem parte da caminhada.

Começamos a disciplina de Transformação Digital na Educação com o professor Fernando e o professor Ibsen, e o primeiro encontro já rendeu ótimas reflexões. Os alunos se apresentaram e aproveitamos para passar algumas dicas sobre o ritmo da disciplina para quem não conhecia a dinâmica do professor Fernando.


Em seguida, fomos desafiados a conceituar o que é Transformação Digital. Fiquei em um trio excelente, com uma professora da área de tecnologia e um aluno convidado. Chegamos a esta definição:


"É a promoção de uma mudança na governança, implementando conceitos inovadores para uma quebra de paradigmas que gere novas habilidades para o contexto contemporâneo."

 

Como será que eu escreverei esse conceito ao final da disciplina?


Essa discussão me marcou porque deixa claro que o processo vai muito além de telas e softwares. 


A aula também trouxe uma provocação histórica ao mostrar como a estrutura da sala de aula de cinco séculos atrás ainda é assustadoramente parecida com a de hoje.


Para a tarefa de casa, o desafio é conectar a minha pergunta de pesquisa ao primeiro capítulo do livro do Zucker — inclusive, já comecei a ler e achei a leitura bem fluida e gostosa. Saí da aula com duas perguntas centrais martelando na cabeça:


  • A quem interessa esse problema?

  • Como essa tese vai promover Transformação Digital?


É um turbilhão de sentimentos, mas é muito bom estar de volta com a cabeça fervilhando de ideias. Seguimos para o próximo ciclo!

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